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Diamantes de laboratório: entenda sua ascensão no mercado de joias

por Sophia Lopes
26/04/2024
Tempo De Leitura: 3 minutos de leitura
Gaem é a primeira marca brasileira que trabalha apenas com diamantes feitos em laboratório – Foto: Gaem/Divulgação

Os diamantes feitos em laboratório invadiram o mundo da joalheria e vieram para ficar. Grandes players do luxo estão apostando nessa fatia do mercado: a Pandora lançou em fevereiro deste ano no Brasil sua primeira coleção de lab grown diamonds, a Swarovski tem a “Created Diamonds” nos Estados Unidos e Canadá desde 2022.

A tecnologia não é nova – os primeiros diamantes cultivados industrialmente foram criados na década de 1950 -, mas o investimento neste setor tem sido pesado nos últimos anos. Prova disso é que, em 2022, a LVMH investiu US$ 90 milhões na empresa israelense Lusix, uma startup de diamantes de laboratório. 

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“Os diamantes sintéticos são produzidos em laboratório levando em consideração a pressão e alta temperatura, sendo iguais aos naturais quando vistos a olho nu. Não existem diferenças entre as propriedades das gemas naturais e das sintéticas”, explica Gracia Baião, gemóloga do IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos).

Um dos argumentos usados a favor dos diamantes feitos em laboratório é a proteção do meio ambiente, mas a especialista pondera que “nunca foi feita uma auditoria nas empresas que são responsáveis pela produção dos diamantes sintéticos produzidos atualmente”. 

“Há controvérsias no que tange às vantagens dos diamantes criados em laboratório nos quesitos socioambientais. Existem argumentos contra e a favor, uns dizem que os sintéticos usam muita energia na sua produção. Alguns vão argumentar que usam energia limpa, outros vão dizer que esta energia é não renovável, pois países como a China, Índia e Rússia (que são grandes produtores de diamante sintéticos) não usam energia limpa”, afirma.

“Portanto, tanto as mineradoras como os produtores de diamantes sintéticos têm que compensar a natureza pelos danos causados ao meio ambiente” – Gracia Baião, gemóloga do Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos

No Brasil, a Gaem foi pioneira ao trabalhar apenas com diamantes sintéticos. A marca tem o selo B, uma certificação de negócios com responsabilidade social e ambiental. Além dos diamantes feitos em laboratório, todo o ouro utilizado nas peças é reciclado de joias descartadas ou resíduos eletrônicos, como celulares e laptops.

“Nossos diamantes são feitos através de uma tecnologia de ponta, que replica dentro de reatores as mesmas condições da Terra durante o processo natural de sua formação, então o resultado é um diamante com as propriedades químicas, físicas e óticas iguais às de diamantes extraídos da terra, mas sem impactos no meio ambiente ou em comunidades vulneráveis”, afirmam as fundadoras Julia Blini e Luna Nigro. 

Outro ponto a favor dos diamantes sintéticos é o valor reduzido. Já que podem ser feitos em maior quantidade e não são raros como os naturais, o preço tende a cair. “Não há uma média fixa; o preço varia consideravelmente de acordo com o tamanho, qualidade e quantidade de diamantes em cada peça. No entanto, é possível alcançar uma economia de até 50% em comparação com diamantes de mineração tradicional”, explicam as donas.

A gemóloga Gracia Baião, do IBGM, resume bem: “Existe mercado para ambos, natural e sintético. O diamante sintético não é um vilão desde que seja comercializado como sintético. Por não ser natural, tem um valor inferior ao de um exemplar encontrado na natureza.”

Tanto há mercado que a Gaem, criada em 2021, já está avaliando a abertura de uma loja física e planeja lançar uma nova linha no segundo semestre deste ano.

Tags: diamante de laboratóriodiamantesdiamantes sintéticosGaemjoalheriajoiaPandoraSwarovski
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