
A Hearst Magazines acaba de proibir o uso de peles de animais em todo o seu conteúdo editorial e publicitário. Um porta-voz confirmou na terça-feira (09.12) que a editora da “Harper’s Bazaar” adicionou a nova regulamentação à seção de sustentabilidade de sua página “Sobre nós”.
A nova alteração diz: “Em todo o nosso portfólio de marcas globais próprias, a Hearst Magazines proíbe a promoção de peles de animais em conteúdo editorial e publicidade. (Nossas diretrizes reconhecem exceções definidas e se aplicam a todos os novos negócios e conteúdos futuros).”
“É algo em que temos trabalhado há algum tempo e acreditamos que seja a decisão certa para nossa empresa e nossas marcas”, disse um porta-voz da empresa de mídia – cujo portfólio inclui “Harper’s Bazaar”, “Elle” (que oficialmente se tornou livre de peles em 2021), “Esquire”, “Seventeen” e “Cosmopolitan” .
A decisão surge menos de uma semana depois de o Conselho de Designers de Moda da América (CFDA) ter anunciado que iria proibir o uso de peles na semana de moda de Nova York, e dois meses depois de a editora Condé Nast ter tornado pública a sua própria proibição de peles em todo o conteúdo editorial e publicitário.



