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Da geração de novos talentos, Jade Mascarenhas brilha na TV e na internet

por Ligia Kas
17/01/2024
Tempo De Leitura: 8 minutos de leitura
Jade Mascarenhas – Foto: Priscila Nicheli / Styling: Samantha Szczerb

Simpatia é pouco para descrever a jovem atriz Jade Mascarenhas, que vem brilhando com sua atuação em “Elas por Elas”, remake da TV Globo exibido às 18h. No folhetim, Jade interpreta a personagem Natália na fase jovem, papel que divide com Mariana Santos, esta na fase adulta.

Aos 25 anos, e em sua primeira participação na TV aberta, Jade começou na carreira como atriz e produtora no curta “Panteras do Lula” e com a personagem Cidadã de Bem, que acabou lhe rendendo uma oportunidade de participar de esquetes do humorístico “Porta dos Fundos”, em 2022. No mesmo ano, teve a chance de interpretar uma cantora gospel em “As Five”, Globoplay, spin off de “Malhação”, e também participou da série “Beijo Adolescente”, da HBO. Em 2023, participou do filme “Homem de Ouro”, em que contracenou com Renato Góes.

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No Instagram, onde acumula mais de 53 mil seguidores, sua fama é notória. Com textos divertidos, leves e bem-humorados, Jade desponta como uma das atrizes da nova geração que cria o seu próprio conteúdo. Fica a dica: vale demais assistir à jovem em suas esquetes na rede social. O sucesso foi tanto, que ela, por iniciativa própria, resolveu fazer um curso de roteiro, a fim de aprimorar ainda mais sua forma de produzir conteúdo.

Em breve, mais especificamente no segundo semestre deste ano, ela será protagonista de um espetáculo dirigido por Pedro Granato. E pode esperar mais dela, com certeza este é só o começo de uma carreira que se mostra criativa e bem-sucedida.

Leia a seguir a conversa que CHNews teve com a atriz.

Jade Mascarenhas – Foto: Priscila Nicheli / Styling: Samantha Szczerb

Como nasce a atriz Jade Mascarenhas?

Acho que a vontade de ser atriz vem quando eu comecei a consumir teatro e TV a cabo, em São Paulo, coisas que eu não tinha o hábito de usufruir quando morei em outras cidades, como Salvador, onde cresci. Quando voltei para São Paulo, fui assistir a uma peça infantil no Sesc Pompeia, e disse para a minha mãe que queria fazer isso também. Com 18, 19 anos, eu pensei que não fosse possível viver disso, eu tinha os pés no chão. Cheguei a me matricular em uma faculdade de publicidade, mas com uma semana de aula eu já vi que não era para mim, que eu não seria feliz com aquilo. Aí, fiz um acordo com o meu pai, disse que estudaria teatro e que depois faria uma faculdade “séria”, enganando ele, e deu certo.

Você começou sua carreira aos 16 anos, como avalia sua projeção como atriz de lá para cá?

Eu sinto que a minha carreira de fato começou quando comecei a produzir, e não quando comecei a estudar, porque eu estudo teatro desde que cheguei a São Paulo. Quando comecei a criar, foi quando também comecei a me envolver com atividades políticas, o teatro e a politização andaram juntos na minha formação. Tem esses vídeos na internet que eu faço e que dizem muito do que sou e de como penso, isso é importante. Minha carreira tem muito a ver com essa atividade na internet.

Como surgiu a oportunidade de atuar em “Elas por Elas”?

Fui descoberta pelo meu trabalho no “Porta dos Fundos”, foram eles que me descobriram primeiro. A produtora de elenco da TV Globo me viu no “Porta” e  me achou parecida com a Monica Iozzi – atriz que faria a personagem Natália, mas foi substituída por Mariana Santos. Lembro-me que eu estava no Rio com uma amiga e a Globo me ligou falando para eu fazer um teste no dia seguinte pela manhã, e deu certo. Uma semana depois eles me deram o ok para o papel.

De que forma se preparou para o papel?

Em novela as coisas acontecem de forma muito rápida, a preparação, da mesma forma, segue essa rapidez, então eu tive que ir me adaptando conforme as coisas aconteciam. Tem essa ligação forte da Natália com o irmão gêmeo, esse irmão é o que move a personagem. Eu e o Luan [Argollo] que faz Bruno, o irmão gêmeo de Natália, investimos muito na nossa relação para desenvolvermos uma intimidade tanto na vida como na relação com os personagens. “Elas por Elas” é um remake, mas tem muitas coisas diferentes, não sabemos sequer quem vai matar o Bruno ainda.

Como é sua troca com Mariana Santos para interpretar Natália?

Eu não a conhecia pessoalmente, nos conhecemos no primeiro dia de trabalho. As cenas da Natália são muito intensas, e essa troca é fundamental para que a gente tenha essa cumplicidade. A Mariana é muito rápida, eu aprendo muito com ela. Ela é uma mulher sensível, vai muito além de ser engraçada, ela é intensa.

Jade Mascarenhas – Foto: Priscila Nicheli / Styling: Samantha Szczerb

Como tem recebido a receptividade do público com sua personagem?

Ah, eu acompanho bastante pelo X (antigo Twitter), as pessoas sempre dizendo: “Lá vem a obcecada”, por conta dessa relação que ela tem com o irmão gêmeo dela. Tudo andou, a vida do Bruno mudou, mas a Natália continua vivendo essa relação presa ao irmão. Minha interpretação da Natália é sempre uma pedrada, ela está sempre em situações mais pesadas, resolvendo coisas, não é uma personagem leve, muito pelo contrário. As pessoas que me conheciam antes da novela, pelo meu trabalho na internet, sempre me dão os parabéns pela interpretação. Apesar de eu não ter muitos seguidores, tenho uma legião de pessoas que compactuam dos mesmos pensamentos que eu, e isso é muito bacana. Pessoas novas é difícil dizer que estão reconhecendo a menina da novela, mas as pessoas que já me conhecem estão assistindo para me ver.

Conte um pouco sobre seu trabalho na internet. Como surgiu a ideia de fazer vídeos críticos e bem-humorados de situações cotidianas?

Eu sempre gostei muito de política e de teatro, só que eu não entendia muito nem de um nem de outro (risos), mas era um desejo platônico exercer esse meu lado. Eu me envolvi muito na questão do Teatro Oficina, para salvar esse espaço, e fui me politizando cada vez mais. Com 17 anos levei a minha mãe para acampar comigo em frente à Prefeitura de São Paulo, em prol da causa. Acabei me conectando com pessoas e ideias, eu sentia necessidade de fazer alguma coisa. No teatro eu tinha uns amigos e nós fazíamos palhaços, foi quando eu comecei a escrever esquetes de situações variadas, mas sempre envolvendo classe, gênero, se chamava “Palhaços Tristes para Pessoas Felizes”. Quando veio a pandemia, pensei que não daria para fazer mais nada, e comecei a criar para a internet. Desenvolvi uma persona que pudesse falar sobre diferentes assuntos e situações, fui adaptando minhas ideias para me dirigir ao público da internet, acho que foi isso.

De que maneira você seleciona o tema que vai abordar nesses vídeos?

Têm temas que são recorrentes, outros que são assuntos que estão em pauta. Mas eu tomo muito cuidado, pesquiso muito sobre o assunto antes de abordá-lo, não posso correr o risco de dar uma fake news, por exemplo. Pesquisa foi algo que me ajudou muito nas personagens. Internet é algo muito efêmero, e você tem de abordar algo muito sério em pouco tempo, em um minuto, às vezes, menos. Às vezes tenho a impressão de que estou fazendo muito menos do que eu gostaria. Fiquei tão viciada nessas coisas que comecei a fazer um curso de roteiro. Meu objetivo agora é trazer cenas mais longa, continuar com a pegada de humor e leveza, mas estender a abordagem.

Adaptou-se bem à vida no Rio de Janeiro? Quais foram os principais perrengues nessa transição?

Eu cheguei ao Rio mais ou menos um mês antes de a novela começar para morar com uma amiga, e fui ficando, e depois da novela pretendo continuar por aqui, porque eu amo o Rio. Perrengue sempre tem. Não existe isso de começar a trabalhar e o dinheiro já cair na sua conta, leva um tempo, tem um prazo. Primeiro eu fique em um hotel lá no Recreio dos Bandeirantes, mas era muito longe de tudo, eu precisava conhecer a cidade. Então me mudei para um hostel no Leme, aí foi quando eu conheci o Rio de verdade.  

Jade Mascarenhas – Foto: Priscila Nicheli / Styling: Samantha Szczerb

Fale sobre sua participação no filme “Homem de Ouro”? 

O “Homem de Ouro” foi o projeto mais intenso e difícil que eu fiz no ano passado, porque foi quando eu senti o peso da responsabilidade nas minhas costas. Todas as minhas cenas foram com o Renato Góes, que é um ator superexperiente, e eu fiquei nervosa. Mas ele é muito generoso. Eu já tinha gravado série, mas eu nunca tinha ficado tão nervosa. Eu não fiz um teste para o filme, eu fui convidada, então a expectativa era muito grande. Foi um trabalho muito gostoso de fazer, tínhamos muita liberdade criativa. Foi o trabalho mais importante que eu já fiz. Senti que eu podia contribuir para a obra não só como a personagem, eu podia criar e isso foi genial. Me senti parte do filme, real, não só parte do elenco. 

Você acha que sua participação em “As Five” deu mais projeção a sua carreira?

Com certeza. “As Five” foi um trabalho que eu tive que cantar, por exemplo, e eu não sou cantora, foi um grande desafio. Quando eu fiz o teste já sabia que era para interpretar uma cantora gospel, então gravei um vídeo cantando, e as pessoas gostaram muito. Fazer “As Five” foi incrível, foi como fazer a última “Malhação”, mesmo porque acabou depois delas. 

O que vem pela frente? Quais são os próximos projetos?

Bem, eu estou digitando, isso mesmo, fazendo digitação, porque tudo o que eu faço é com papel e caneta, e tenho muitos trabalhos escritos que precisam ser digitados. Fora isso, quero escrever mais, quero escrever tanto quanto eu atuo. Acho que eu só sou atriz porque em algum momento eu parei e comecei a escrever meus próprios textos. Eu tenho vontade de escrever um documentário, já tenho até um esboço do que quero fazer, mas ainda não posso revelar o tema.

Tags: as fiveatrizcinemafilmehomem de ourohumorinstagraminternetjade mascarenhasporta dos fundossérie
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