
No próximo domingo, 19 de julho, a Copa do Mundo da FIFA chega ao fim. No intervalo da partida no New York New Jersey Stadium, estrelas de peso, incluindo Madonna, Shakira, BTS, Burna Boy e Justin Bieber, subirão ao palco.
Por trás de todo esse frenesi, marcas de moda e de artigos esportivos começarão a avaliar o sucesso de suas campanhas, analisando desde visualizações, impressões e a percepção do consumidor até fatores difíceis de prever, como o impacto de jogadores-estrela e as vitórias das equipes.
Segundo a Launchmetrics, o período que antecedeu a competição – de 1º de abril a 10 de junho – registrou um Valor de Impacto na Mídia (MIV) total de US$ 5,6 bilhões, com a Europa ficando com a maior fatia (US$ 1,5 bilhão), seguida pela América do Norte (US$ 1,4 bilhão), Ásia (US$ 1,1 bilhão), América do Sul (US$ 989,5 milhões) e Oriente Médio (US$ 340,7 milhões).
Para fins de comparação, as finais da NBA deste ano geraram um MIV de US$ 1,6 bilhão; Roland-Garros atingiu US$ 678 milhões; e o Grande Prêmio de Mônaco alcançou US$ 403 milhões. A Depop também registrou um aumento nas buscas por “camisa da copa do mundo” (+1.155%) e “camisas de futebol” (+954%) no período entre maio e junho.
Então, quem realmente venceu? Isso depende de como se define vitória, mas as estatísticas das redes sociais ajudam a contar parte dessa história. De acordo com a CreatorIQ, a Adidas gerou um Valor de Mídia Espontânea (EMV) de US$ 48,9 milhões a partir de 6.700 publicações e quase 3.000 criadores de conteúdo entre 1º e 21 de junho, enquanto a Nike alcançou US$ 28,9 milhões com 4.400 publicações e 1.900 criadores.



