
A Chandon Brasil apresentou seu Programa de Sustentabilidade e Biodiversidade, iniciativa que formaliza as metas ambientais da vinícola até 2028. O lançamento reuniu especialistas para discutir práticas de preservação ambiental, manejo do solo e integração com as comunidades próximas aos vinhedos.
A empresa, presente em seis países, integra o programa global Lands of Biodiversity, que orienta suas operações na Argentina, Califórnia, Brasil, Austrália, China e Índia. As ações se baseiam em três eixos: regeneração do solo, proteção da biodiversidade e colaboração com as comunidades locais.
No Brasil, a Chandon é certificada desde 2020 em viticultura sustentável pela Piup (Produção Integrada de Uva para Processamento). A meta é alcançar a certificação completa em agricultura regenerativa até 2028.

Atualmente, 36% da área total da vinícola em Encruzilhada do Sul (RS), equivalente a 100 hectares, é destinada à vegetação nativa, corredores biológicos e refúgios para fauna e polinizadores. Entre as iniciativas estão o replantio de 7,5 hectares de butiazeiros, em parceria com a Embrapa, e a manutenção de 90 colmeias de abelhas nativas sem ferrão nos biomas Pampa e Mata Atlântica.
Outros resultados:
– 100% da energia elétrica proveniente de fontes renováveis, com uso de painéis solares;
– 100% da água tratada e reutilizada nas operações;
– Garrafas com 80% de vidro reciclado e peso reduzido desde 2001, o que diminui emissões de carbono;
– Redução de 70% no uso de inseticidas desde 2023, com substituição gradual por biocompostos e bioinsumos.

Segundo Catherine Petit, diretora-geral da Moët Hennessy Brasil, a gestão sustentável é parte do trabalho de viticultura e da relação com cada território onde a marca atua.
Com o programa, a Chandon Brasil consolida sua estratégia ambiental e reforça a integração de suas operações ao plano global do grupo.



