Com apresentação oficial ao mercado paulistano na atual 7ª edição do Festival Nordestesse, que acontece na Pinga Store, a Almacor é preciosidade em forma de vestuário: peças que são verdadeiras obras-de-arte, construídas por trabalho de inclusão. E tem novidade quente: a etiqueta baiana ultrapassa o evento e entra oficialmente para o acervo fixo da loja de moda autoral brasileira.
Criada pela mineira Cynthia Jaber e a baiana Cecilia Freyre, a Almacor tem pilares fortes de originalidade, qualidade e inclusão. Cecilia, mãe de dois adolescentes diagnosticados com TEA (Transtorno do Espectro Autista), é também psicóloga e reforça o cuidado da marca com a pauta. O time de artistas por trás das tocantes peças é composto por quatro jovens neurodivergentes, entre 12 e 24 anos, com deficiências como paralisia cerebral, autismo e síndrome de Down.
Os quatro artistas que compõem a equipe têm linhas de estilo muito próprias em suas pinturas. Após esta fase, as telas criadas por eles viram estampas e são aplicadas aos itens da coleção, que têm design do estilista mineiro Antonio Gomes. Vale ressaltar que cada jovem artista recebe um percentual das vendas.
Contando com matérias-primas como seda pura, linho, algodão e viscose, a label cria vestidos, saias, calças quimonos e caftãs. Austeros e sofisticados, os itens trazem atemporalidade que abriga e se funde com as pinceladas dos artistas.
A etiqueta também tem linha home, que até o momento conta com cerâmicas e jogos-americanos.
“Nossa missão é tirar o extraordinário do invisível. Os diagnósticos que nossos artistas receberam não os definem”, afirma Cynthia Jaber, diretora criativa da marca.
Conheça um pouco mais da marca na galeria abaixo:








