
Ao que tudo indica, a filosofia do coletivo que marcou a estreia de Maria Grazia Chiuri na Fendi no início deste ano, foi mais do que um mero manifesto.
É a abordagem que ela está trazendo para a maison romana – o motor que impulsiona sua criatividade, define o ritmo do seu trabalho diário na empresa e, em última análise, define a estética que ela idealizou para a marca, profundamente enraizada no conceito de um guarda-roupa compartilhado.
Maria Grazia Chiuri afirma que a melhor parte do seu trabalho é atuar no estúdio, lado a lado com as equipes e ateliês, “para experimentar e criar coisas novas.”
“A parte que vocês não veem é, na verdade, a mais estimulante, aquela que realmente permite recomeçar a cada vez, porque, no fim das contas, tudo se resume a experimentar… e a pegar uma inspiração e ver se é possível transformá-la em uma ideia que também seja funcional”, resume a estilista.
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