
O artista multidisciplinar Jay Boggo marca presença na segunda edição da Collector’s Room, a convite da Bref Design Art, entre os dias 13 e 16 de janeiro de 2026, em Paris. A exposição acontece no histórico triplex que pertenceu a Karl Lagerfeld e integra a programação oficial do Maison & Objet – Paris Experience, reunindo alguns dos principais nomes do design, do artesanato e da criação contemporânea no cenário internacional.
Com mais de 25 anos de trajetória, Jay Boggo se consolidou como um dos designers mais relevantes e inovadores do Brasil. Autodidata, construiu uma assinatura autoral reconhecida por peças atemporais, feitas à mão e em edições exclusivas. Na moda, seus figurinos vestem grandes celebridades brasileiras e circulam por produções audiovisuais nacionais e internacionais exibidas por plataformas como Globo, Disney, Amazon e HBO.
Na Collector’s Room #2, o artista apresenta uma nova leitura de sua criação mais icônica: o Banco Cacau. A peça ressignifica o cacau como símbolo de riqueza natural e identidade cultural brasileira. Originalmente desenvolvida em madeira, a obra surge agora em pedra sabão smoke e mármore dolomítico pegasus, com produção da Maqstone, pedreira referência nacional na extração e no beneficiamento de rochas naturais. O resultado mantém as formas orgânicas e a fluidez características do trabalho de Jay, combinando força mineral e delicadeza escultórica.

Além da moda, Jay Boggo transita pelo design de móveis, esculturas e pinturas. A madeira segue como uma de suas matérias-primas centrais, sempre proveniente de fontes sustentáveis, enquanto suas pinturas nascem de um processo intuitivo e espontâneo, reforçando o caráter sensível e autoral de sua produção artística.
Após participar da última Paris Design Week com obras em madeira, Jay amplia agora sua atuação no design colecionável internacional ao explorar a pedra como linguagem. Sua presença na Collector’s Room #2 consolida esse movimento, conectando a potência criativa brasileira a um contexto global e reforçando o design como experiência, narrativa e expressão cultural.
“Expor em Paris, em um espaço tão simbólico como o antigo triplex do Karl Lagerfeld, é transformar minha história e minha identidade em diálogo com o mundo. Essas obras carregam memória e são extensões do meu olhar sobre o Brasil e sobre o design”, afirma o artista.



