Na temporada das estreias, uma de que nós do CHNews certamente estávamos ansiosos era sobre os rumos da nova Bottega Veneta pelo olhar da única estreante feminina na direção criativa dentre as marcas de luxo – Louise Trotter.
Que voo rasante e certeiro deu a inglesa no espetacular ateliê da label, uniu seu olhar moderno para as desconstruções ao meticuloso “made in italy” das artesãs que fazem do intrecciato um ícone.
Partem de tiras de couro entrelaças em quadriculados perfeitos a tradição e reconhecimento visual instantâneo de uma Bottega, que sabiamente pela mente criativa de Trotter se permitir a se desfazer em franjas em busca de novidade. E que belas franjas foram estas, finas, brilhantes, em novos materiais, cobriram casacos e saias que se movimentaram na passarela de forma leve, ritmadas, confiantes.
Essa confiança – a quem diga inesperada em uma estreia – vemos aqui como corajosa e autêntica, pois não só respeitou o legado impecável de peças precisas e sofisticadas da casa, mas como também elevou o desejo pela novidade que surge nas alfaiatarias desabadas, nas assimetrias, nos volumes precisos, nos ombros caídos, no nosso queixo caído.
Brava Louise, chegou chegando como dizemos aqui no Brasil, e adoramos a mandinga no primeiro look – brincos VERDES para dar sorte – sempre bom ter o apoio de todos os santos em uma era tão instável como a moda se encontra!
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