Márcio Granatowicz apresenta Casa Granatowicz dentro da Art'G - CHNews
CH News - O CHNews é um site de notícias de negócios da moda, beleza e muito mais.
  • Beleza
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Beleza
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
CH News - O CHNews é um site de notícias de negócios da moda, beleza e muito mais.
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados

Márcio Granatowicz apresenta Casa Granatowicz dentro da Art’G

por Carol Hungria
13/07/2026
Tempo De Leitura: 3 minutos de leitura
Brincos da Casa Granatowicz – Foto: Divulgação

A joalheria Art’G passa a abrigar uma linha de joias sob o nome Casa Granatowicz, criação de Márcio Granatowicz. A iniciativa marca um passo de expansão da atuação do designer, com foco em peças de ouro e gemas com tiragem limitada.

“Percebi um limite natural na linha da Art’G”, diz Granatowicz. “A marca segue com foco em joias para uso diário. A Casa Granatowicz nasce para outra escala de peça, com mais peso de metal, mais tempo de bancada e outra relação com o processo.”

Últimas Notícias

Handred apresenta a coleção “Vapor em Curso” no SPFW

Paisagens de Minas Gerais inspiram coleção da Hisha

Amir Slama revisita arquivos da Rosa Chá em nova coleção

Segundo ele, a decisão veio de demandas internas de criação, não só de demanda de mercado. “Eu queria trabalhar joias como estudo de volume, de proporção e de estrutura. Em muitos casos isso entra em choque com metas de produção. A Casa Granatowicz existe para retirar esse bloqueio”, afirma.

A relação entre as duas frentes de trabalho é direta, segundo o designer. “A Art’G é a origem. A Casa Granatowicz não rompe com isso. Eu levo o mesmo traço, o mesmo método, mas com outra régua de complexidade. Na Casa, uma peça pode exigir muitas horas de bancada sem pressão de repetição em série.”

Granatowicz descreve a base das referências como um encontro entre natureza e matemática. “Olho para linhas de folhas, para movimento de água, para superfícies irregulares. Depois levo isso para um campo de cálculo, de geometria, de divisão de planos”, explica. “O resultado é uma joia que funciona também como estudo de forma.”

O ouro fosco da marca segue como um dos recursos centrais. “Esse ouro já faz parte da história da Art’G. Na Casa Granatowicz eu uso esse mesmo ouro em espessuras maiores e em composições com gemas de cor intensa”, afirma. Entre essas gemas, ele destaca as esmeraldas de Itabira, da Belmont. “Trabalho com esmeralda Belmont porque conheço a origem e a cadeia de custódia. Isso pesa muito na escolha.”

A Casa Granatowicz terá distribuição reduzida, com até dez pontos de venda no país. “A ideia não é presença em todo lugar”, diz o joalheiro. “Quero seguir peça por peça, lojista por lojista. A relação tem de ser direta. A joia precisa de contexto, de tempo de explicação, de informação sobre origem do metal e da pedra.”

Cada joia contará com certificado e registro em blockchain. “Registro a peça em sistema digital com dados de origem da gema, do ouro e do processo. O cliente recebe o certificado em papel e em formato digital. A meta é rastreio total”, explica. Ele cita também o projeto Art’Genuína, que integra esse sistema de autenticação. “Vejo a tecnologia como parte do processo de confiança.”

Granatowicz usa o termo “luxo limpo” para resumir a proposta. “Para mim, esse termo envolve três pontos: origem rastreável, processo de bancada com tempo adequado e informação aberta para o cliente. Se um desses pontos falha, o conceito cai”, afirma.

Sobre o mercado de joias no Brasil, ele observa um movimento de busca por autoria. “Vejo mais gente interessada em quem desenha, em quem executa, em como a peça nasce. Isso abre espaço para linhas como a Casa Granatowicz, que não se baseiam só em peso de ouro ou em número de pedras”, diz.

Os próximos passos incluem presença em eventos e parcerias fora do país. “Procuro diálogo com galerias, feiras e curadorias que tratam joia como objeto de pesquisa”, explica. Ele cita a participação em premiações como a Inhorgenta Munich como parte desse caminho. “Quero que a Casa Granatowicz circule em contextos em que a joia entra em conversa com arte, com design e com tecnologia.”

Granatowicz resume a criação da linha como um movimento de continuidade. “A Casa Granatowicz não é ruptura com a Art’G. É uma extensão. A diferença é a liberdade de escala e de número de peças. Aqui, se for para existir só uma unidade, está tudo certo”, conclui.

Tags: Art'GCasa GranatowiczesmeraldajoiaMárcio Granatowicz
Post Anterior

Skincare deve movimentar R$ 3 trilhões até 2030, diz relatório

Próximo Post

SP ganha festival de teatro com Débora Falabella, Vera Holtz e Grupo Galpão

Posts Relacionados

Handred apresenta a coleção “Vapor em Curso” no SPFW

por Carol Hungria
17/10/2026

A Handred levou ao Cultura Artística uma coleção que aproxima referências japonesas de uma leitura contemporânea da moda. Batizada de...

Paisagens de Minas Gerais inspiram coleção da Hisha

por Carol Hungria
17/10/2026

A Hisha estreia no São Paulo Fashion Week com a coleção "Alforje", que evoca as riquezas e paisagens de Minas...

Próximo Post
SP ganha festival de teatro com Débora Falabella, Vera Holtz e Grupo Galpão

SP ganha festival de teatro com Débora Falabella, Vera Holtz e Grupo Galpão

Sobre

O CHNews é um site de notícias de negócios da moda, beleza e muito mais.

Categorias

  • Beleza
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia

Links Úteis

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

© 2025 CHNews - Portal de Notícias

Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Beleza
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
  • Sobre
    • Quem Somos
    • Anuncie
    • Política de Privacidade
    • Termos de Uso
    • Contato
Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.