
PVH Corp., grupo detentor da Calvin Klein, tem vendas do primeiro trimestre fiscal acima das expectativas, graças a resultados de outra grife de seu portfólio, a Tommy Hilfiger. O montante de vendas da corporação cresceu 2% e totalizou US$ 1,984 bilhão.
As vendas da Calvin Klein se comportaram com estabilidade no recém-finalizado trimestre, porém abaixo da marca homônima de Tommy Hilfiger. Esta última apresentou aumento de 3% nas vendas em meio ao seu crescimento nas Américas e na região EMEA, que compreende Europa, Oriente Médio e África. No continente americano as receitas subiram em 7%, pelo movimento do atacado. Já na EMEA o aumento foi de 5%, tanto pela distribuição direta ao consumidor, quanto pelo comércio atacadista.
Apesar da perspectiva positiva de vendas, a corporação reduziu sua previsão de lucros anual. Agora espera-se que o lucro ajustado por ação fique entre US$ 10,75 e US$ 11, menor que os anteriormente aguardados US$ 12,40 a US$ 12,75. O decréscimo se deve às tarifas do governo norte-americano para bens que adentram o país.
“A Tommy Hilfiger aproveitou o seu DNA de lifestyle com uma narrativa de produto rica em torno da novidade sazonal dos clássicos da Tommy para impulsionar o crescimento. […] Embora estejamos fazendo progressos importantes na execução do nosso Plano PVH+, estamos a navegar num cenário macroeconômico e de consumo cada vez mais incerto – e dado o ponto em que nos encontramos na nossa jornada de construção da marca, ainda não conseguimos compensar totalmente esse impacto. Olhando para o futuro, estamos concentrados naquilo que podemos controlar, intensificando as nossas ações para aumentar o impacto do nosso produto mais forte, das nossas campanhas de nível superior e de uma execução mais rigorosa no mercado em ambas as marcas”, afirmou Stefan Larsson, diretor executivo da PVH Corp.



