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Vivara comemora 5 anos de projeto de arte com megaexposição em SP

por Redação CHNews
14/08/2025
Tempo De Leitura: 3 minutos de leitura
Foto: Paulo Pereira

“Nem Tudo Que Reluz”, com curadoria de Ana Avelar, convida o público a mergulhar nos significados simbólicos do adorno na arte contemporânea, explorando como esses objetos podem guardar memórias, expressar identidades e reforçar vínculos de pertencimento. Para tanto, reúne 21 artistas mulheres de diferentes gerações, linguagens, origens étnicas e regiões do Brasil, que transformam materiais, tradições e memórias em discursos visuais, ampliando os modos de ver, vestir e habitar o mundo.

Esta exposição faz parte da iniciativa de arte e cultura Contemporâneas Vivara, produzida pela Tête-à-Tête, que celebra a sua 5ª edição ocupando todo o espaço, interno e externo, do Solar Fábio Prado (ex-Museu da Casa Brasileira), a partir do dia 29 de julho, com entrada gratuita. 

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“Propus uma exposição sobre o objeto adorno porque ele é muito mais amplo culturalmente do que aquilo que entendemos como joia atualmente”, conta Ana Avelar. “Durante o processo de pesquisa para essa exposição, me dei conta de que todas as culturas, sem exceção, se adornam, ou seja, colocam sobre o seu corpo algum tipo de objeto que confere a esse corpo não apenas um efeito estético, de embelezamento, mas que traz poderes simbólicos de todos os tipos, conforme quem usa e aquilo que culturalmente se acredita”, explica. “Se formos pensar nas culturas ancestrais, todas associam esses objetos com questões ritualísticas, mágicas, de poder e status dentro do sistema social. Na mostra, as obras têm a ver com esses efeitos que o adorno ocasiona em nós, os vínculos, as identidades, afirmações ou debates políticos, relações com o divino, transformação profunda das nossas emoções”, complementa.

Foto: Paulo Pereira

“Nem Tudo Que Reluz” está dividida em quatro núcleos temáticos complementares, compostos por obras comissionadas, de acervo, bi e tridimensionais, assinadas pelas artistas Amélia Toledo, Bianca Turner, Carolina Collichio, Claudia Lara, Debora Bolsoni, Elle De Bernardini, Julia Pereira, Karola Braga, Kassia Borges, Kimi Nii, Laura Vinci, Maria Lynch, Mavi Morais, Nazareth Pacheco, Rizza, Sandra Lapage, A Transälien, Yohana Oizumi, Rebeca Carapiá, Lidia Lisbôa e Nadia Taquary – as três últimas também estarão com obras na 36ª Bienal de São Paulo, a partir de 6 de setembro.

Além do espaço museológico, que contará com 32 obras, a exposição transborda para as ruas de São Paulo, em três lugares emblemáticos da cidade: Praça das Artes, Estação Consolação e Banca Paulista. 

Patrocinado pela Vivara, maior rede de joalheria da América Latina, o projeto é uma iniciativa que enaltece e dá visibilidade às vozes femininas na arte, reunindo uma coletânea de artistas que representa a riqueza cultural e estética da atualidade brasileira, além de facilitar o acesso do público à arte. 

Foto: Paulo Pereira

“A Vivara encontra nessa exposição um território fértil para ativar novos sentidos em torno da joia contemporânea. Ao aproximar seu universo do campo da arte, a marca se associa a uma reflexão profunda sobre as potências do adorno na construção de narrativas individuais e coletivas”, comenta Marina Kaufman, conselheira da empresa. “Mais do que apoiar uma exposição, a Vivara participa de um movimento que enxerga no gesto de adornar uma forma de expressão, conexão e transformação. Em diálogo com artistas e públicos, reafirma-se o valor simbólico das joias como dispositivos vivos de afeto, memória e linguagem.”

Solar Fábio Prado – Av. Brig. Faria Lima, 2.705, Jardim Paulistano, São Paulo, SP.

Tags: 32 obrasA TransälienAmélia Toledoana avelarBianca TurnerCarolina CollichioClaudia LaraDebora BolsoniElle De BernardiniexposiçãoJulia PereiraKarola BragaKassia BorgesKimi NiiLaura Vincilidia lisbôaMaria LynchMavi MoraisNadia Taquarynazareth pachecoRebeca CarapiáRizzaSandra Lapagesão paulovivaraYohana Oizumi
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