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“Gal, o Musical” é Fa-Tal

por Fernanda Miki Tsukase
18/03/2026
Tempo De Leitura: 11 minutos de leitura
Gal, o Musical, em cartaz no Rooftop 033. Foto: Divulgação

“Gal, o Musical”, dirigido por Marilia Toledo e Kleber Montanheiro, alcança a verdadeira proeza de trazer ao palco a vida de Gal Costa. Trata-se de um verdadeiro espetáculo que homenageia uma das maiores vozes do Brasil e se recusa a cair em clichês e estereótipos. O enredo começa com o nascimento da cantora na Salvador de 1945. E narra o seu caminho até a honrosa posição de “musa da tropicália” e a adoção de seu filho em 2007. Claro, sem deixar de lado seu impacto na cultura brasileira e as amizades que foram tão importantes na sua vida: Maria Bethânia, Caetano Veloso e Gilberto Gil. 

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O espírito de Gal Costa em cena

Um recurso narrativo que o musical usa, e que o diferencia de outros espetáculos biográficos, é a inclusão de três figuras mitológicas que ajudam a contar a história de Gal. Cada um dos personagens encena um dos aspectos da personalidade da cantora: Gilgamesh (Marco França) como a cobrança e ganância, Ereskigal (Badu Morais) como a sensualidade e impulsividade, e Inana (Fernanda Ventura) como o lado mais doce e materno de Gal. 

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Além de darem vida à espiritualidade da artista, eles ilustram sua alma. Da primeira à última cena, o trio personifica os dilemas vividos por ela, assim como seus desejos e seus medos. São eles os responsáveis por dar voz às discussões sobre os sonhos, amores e desafios que Gal enfrentou para ser reconhecida como a potência que sempre foi. Este é um tema recorrente ao longo da peça: a atribuição do sucesso de Gal à influência de homens como Gil e Caetano.

O texto de Marilia Toledo e Emilio Boechat se esforça para reforçar inúmeras vezes sua força feminina e defende que, com o exílio de seus amigos durante a ditadura, foi a permanência de Gal no Brasil que manteve a tropicália viva. Suas aliadas femininas também recebem muito destaque. A começar por sua mãe (Daniela Cury), que age como uma guia, fonte de conforto e apoio ao longo da carreira da cantora. Outro destaque é seu laço de amizade profunda com Maria Bethânia, vivida com primor por Calu Manhães. 

Gal Costa e seus companheiros ganham vida

As atuações certamente merecem muitos aplausos. A começar por Walerie Gondim que, além de se parecer muito com Gal Costa fisicamente, também impressiona vocalmente nas canções e diálogos ao soar muito semelhante à cantora. Esse é um verdadeiro presente dessa produção: para aqueles que, assim como eu, não tiveram a sorte de testemunhar Gal Costa nos palcos, temos um gostinho dessa honra. Várias apresentações icônicas da cantora são encenadas, muitas ao lado de seus companheiros. Com a ajuda de um incrível trabalho de figurinos que replica as roupas usadas na época. A exemplo do show dos Doces Bárbaros cantando “Fé Cega, Faca Amolada”, o show “Fa-tal” e o “O Sorriso do Gato de Alice”. 

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Os amigos de Gal e os muitos personagens que cruzaram por sua vida também são transportados para diante dos olhos do público. Para além da já mencionada Maria Bethânia de Calu Manhães, o Tom Zé de Vinícius Loyola, o Caetano Veloso de Edu Coutinho e o Gilberto Gil de Théo Charles cativam o público e dão a impressão de ver trechos da história musical brasileira em movimento. 

O teatro escolhido para sediar esse espetáculo foi outra escolha muito acertada. O Rooftop 033, com a sua disposição de assentos que foge do tradicional, permite que os atores e o público tenham uma real proximidade. O palco é dividido em três estruturas principais e o elenco se movimenta entre elas o tempo todo, permitindo uma visão completa das cenas. A cenografia de Carmen Guerra não usa mais do que o necessário para compor os cenários, mas ainda assim captura a estética de cada uma das épocas retratadas. 

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Por fim, o trabalho de direção musical de Daniel Rocha cria números musicais que resgatam diferentes momentos da música brasileira. A orquestra de seis músicos passa por 58 canções que costuram o espetáculo com sucessos como “Chega de Saudade”, “Força Estranha”, “Baby”, “Vaca Profana” e muitos, muitos, outros. 

Serviço

Gal, o Musical fica em cartaz até o dia 10 de maio no 033 Rooftop (Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo). As apresentações acontecem de sexta às 20h30, sábados às 16h30 e 20h30, e domingos às 15h30 e 19h30. E a partir do dia 17 de abril, elas passam a acontecer às 20h00 na sexta, 15h30 e 20h00 nos sábados, e 15h00 e 19h30 nos domingos. 

A peça tem duração de duas horas e meia, com dois atos e um intervalo de quinze minutos entre eles. A classificação etária é de 14 anos, mas menores de 14 anos podem entrar acompanhados pelos responsáveis. Os ingressos estão à venda na Sympla, e as meias entradas variam entre R$25,00 e R$150,00 e as inteiras entre R$50,00 e R$300,00. 

Também é oferecido um menu de pratos baianos, com três opções de combos que abrangem um prato, um drink e uma sobremesa. Essa experiência pode ser adquirida até um dia antes da sessão no mesmo site da compra dos ingressos, e não é possível comprar os itens durante a sessão. Vale ressaltar que o menu só está disponível para os setores mesa vip, bistrô alto, mesas e bistrôs no setor popular. 

Tags: Gal Costamúsica brasileiramusicalteatro
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