
A frequência global de visitantes a museus está oficialmente se recuperando, mas o cenário dessa retomada está longe de ser linear. O total de visitas às 100 principais instituições de arte ultrapassou a marca de 200 milhões em 2025, saindo das mínimas da era da pandemia, embora ainda esteja abaixo do pico de 230 milhões registrado em 2019.
O icônico Museu do Louvre, em Paris, manteve sua coroa como o peso-pesado indiscutível globalmente, registrando mais de 9 milhões de visitantes.
Nos Estados Unidos, o Metropolitan Museum of Art manteve sua posição de destaque com aproximadamente 6 milhões de visitantes, impulsionado principalmente pela reabertura em massa de sua reformada Ala Michael C. Rockefeller.
Os dados mais recentes também sinalizam uma grande mudança cultural em direção ao crescente cenário institucional da Ásia. O Museu Nacional da Coreia, em Seul, experimentou um aumento expressivo de 70% em relação ao ano anterior, atraindo um número sem precedentes de 6,5 milhões de visitantes e consolidando sua presença global.
Embora o Museu Britânico de Londres tenha registrado um sólido número de 6,4 milhões de visitantes, a Tate Modern ficou 26% abaixo de sua meta de 2019.
Em Washington, D.C., a Galeria Nacional de Arte sofreu uma queda acentuada de 28% na frequência de visitantes, comprovando que a recuperação do mundo da arte pós-pandemia continua sendo um cenário bastante desigual.



