
A estilista Maria Grazia Chiuri estreia, nesta quarta-feira (25.02), à frente da direção criativa da Fendi, dentro do line up da semana de moda de Milão.
Estilista experiente com passagens por Dior e Valentino, Maria Grazia Chiuri retornou à Fendi 35 anos após sua estreia na maison romana. Sua coleção para o inverno 2026 exibiu peles pretas, brancas e verdes, algumas delas reconstruídas.
Havia novas bolsas Baguette – e ótimas – em lona, couro e com franjas brilhantes de miçangas. Chiuri, claro, ajudou a desenvolver o estilo quando era designer de acessórios da marca nos anos 90.
Mas também havia uma profusão de vestidos bordados e esvoaçantes em seda preta ou bege transparente. Seu formato é atemporal e sem tendências; parecem destinados a serem usados infinitamente sobre collants ou sob casacos enormes, emprestados por amigas, irmãs e filhas, e usados sempre que você “simplesmente não sabe” o que fazer ou como se sentir, mas espera que seu look favorito possa te ajudar.
Chiuri afirma que os novos vestidos da Fendi foram “convocados para acompanhar nossas vidas, nossas emoções, nossos desejos”. O mesmo acontece com os novos casacos e estolas de pele, feitos com materiais reciclados e refeitos do arquivo do estúdio da Fendi, que a marca chama de “design emocionalmente durável”.
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