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CHNews Intercâmbio: mercado chinês e o “made in China”

por Paulo Felipe Rezende
23/08/2025
Tempo De Leitura: 3 minutos de leitura
Fotos: Reprodução/Instagram

Conhecida por anos como dragão asiático, a China deixa de ser “a fábrica do mundo” e se torna sinônimo de oportunidade de investimentos. Na moda, o consumo chinês é responsável por alavancar relatórios fiscais de diversos grupos de moda e luxo pelo mundo – assim como o contrário. O freio na demanda do país é uma das principais causas para a desaceleração do luxo global. Muito além do “made in China” como apenas técnica e máquinas que dão vida aos produtos de design estrangeiro, o termo é redesenhado para o mercado local, que cresce cada vez mais.

Segunda maior economia do globo, ela tem suas peculiaridades. No país do leste asiático, seja por razões culturais ou políticas, o consumo de entretenimento, cultura pop e moda tende a ser um mix entre Ocidente e Oriente. Os traços nacionais precisam estar presentes nas ações de marketing das empresas globais para que funcionem na China.

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Grandes exemplos são as coleções especiais de animais do zodíaco para o Ano-Novo Chinês e as pensadas para o Dia dos Namorados chinês, ou Festival Qixi. Muito particular ainda é a abordagem das grifes internacionais que, quando adentram aquele mercado, necessitam escolher uma celebridade local como sua representante para que ressoem com o público. Muitas vezes até mais de um embaixador encabeça as campanhas.

Um exemplo recente da força incomum do país é o lançamento da tão aguardada linha de beleza da Louis Vuitton, a La Beauté. Ela acabou de ser apresentada ao público e o primeiro e único mercado, até o momento, a receber a coleção foi a China, na última quarta-feira (20.08).

Maior semana de moda do país, a Shanghai Fashion Week (SHFW) ocorre semestralmente, para o inverno e o verão. Ela já revelou nomes como Samuel Guì Yang, Mark Gong e Shushu/Tong. Outros talentos com aparição no evento de moda chinesa foram Staffonly e o finalista do LVMH Prize em 2023, Louis Shengtao Chen.

Consumo à moda chinesa

Falando ainda sobre o consumo de moda dos chineses, é notável a particularidade digital. Muito recente no mercado brasileiro, a modalidade de live-shops é, sem dúvidas, um dos principais caminhos para o movimento da roda da economia no segmento de moda da região. Aplicativos como o Douyin, versão doméstica do TikTok, e o Xiaohongshu, ou Red Note – espécie de Instagram -, são febre entre os jovens quando o assunto é comprar pela livestream do seu influenciador ou marca favoritos.

Lojas oficiais de grifes no Tmall – Foto: Divulgação

Força inigualável no varejo do país, o Alibaba Group, fundado por Jack Ma, surfa no desejo de consumo dos chineses. A companhia é dona do Taobao, plataforma de marketplace de entrega ultrarrápida e com variedade surpreendente de produtos, entre eles, diversas marcas de roupas. Além de controlar o Tmall, e-commerce que abrange de produtos do dia-a-dia ao high-end e o luxo de marcas internacionais. Grifes como Burberry e Prada hospedam lojas oficiais de moda e Chanel e Dior têm spots de beauté na plataforma.

Se a forma chinesa de consumir te interessou, não deixe de conferir marcas que os chineses estão adorando vestir, como as de apelo sporty Bosideng e Li-Ning e as do streetwear Whoosis e A Few Good Kids – AFGK. Além das marcas nativas, o público curte consumir as internacionais Salomon, Arc’teryx, The North Face e Lululemon.

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