CH News - O CHNews é um site de notícias de negócios da moda, beleza e muito mais.
  • Beleza
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Beleza
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
CH News - O CHNews é um site de notícias de negócios da moda, beleza e muito mais.
Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados

Giulia Be volta com álbum trilíngue e diz: “Agora posso ser todas as Giulias”

por Ligia Kas
24/10/2025
Tempo De Leitura: 5 minutos de leitura
Giulia Be – Foto: Jonathan Wolpert

Giulia Be está de volta à música com um projeto à altura de sua ambição criativa e de seu momento mais maduro. Batizado com o próprio nome, “Giulia Be” reúne 21 faixas em português, inglês e espanhol, escritas ao longo dos últimos nove anos (algumas quando a cantora ainda era desconhecida, outras inspiradas no amor que vive hoje). “São histórias colecionadas ao longo da vida”, conta. A estreia aconteceu nesta quinta-feira (23.10) com “Fool For Love”, primeiro capítulo de uma jornada audiovisual que será lançada semanalmente até 2026.

Mais do que um álbum, o projeto é um manifesto pessoal e emocional, que expõe todas as faces da artista: a brasileira que resgata memórias afetivas, a que se expressa em inglês e reflete sua vivência entre Brasil e Estados Unidos, e a que abraça o espanhol como refúgio criativo. “Pela primeira vez, posso ser todas as Giulias ao mesmo tempo. Decidi não cortar mais as minhas próprias asas”, diz a cantora.

Últimas Notícias

Brasiliense Toys Daniel apresenta “O Cerrado é Logo Ali” em SP

Zipper apresenta novas individuais de Romy Pocztaruk e Laura Villarosa

Casa70 anuncia representação da artista Samira Pavesi

Produzido pela Immigrants, com direção de Olivia Mucida e direção criativa de Lennyn Salinas, o trabalho foi pensado como uma série de videoclipes interligados, uma espécie de “White Lotus” musical, como definiu o presidente da Sony, Afo Verde, que propôs a narrativa por capítulos. 

É também o primeiro grande lançamento de Giulia sob seu contrato global com a Sony Music, tornando-a a primeira artista brasileira de sua geração a integrar o casting internacional da gravadora.

Com canções autorais em três idiomas, participação do irmão e parceiro criativo Dany Marinho, e produção de nomes que já trabalharam com Rihanna, Bad Bunny, Sabrina Carpenter e Madonna, “Giulia Be” representa a consolidação de uma trajetória que começou com o hit “Menina Solta” e agora mira o mundo, sem perder o tom confessional que sempre a acompanhou.

Leia a seguir o papo que CHNews teve com Giulia Be.

Giulia Be – Foto: Jonathan Wolpert

Seu novo projeto leva seu próprio nome e tem 21 faixas em três idiomas. Por que lançar algo tão pessoal e ambicioso?
Ah, essa ambição mora dentro de mim há muito tempo. Eu estava há anos esperando para mostrar para o mundo tudo o que existe dentro de mim, e essas três versões são parte disso. Foi um processo longo, de reunir histórias e músicas que escrevi em diferentes momentos da minha vida. Algumas têm nove anos; outras, quatro meses. É o projeto mais honesto que já fiz, e o primeiro em que posso realmente ser todas as “Giulias” ao mesmo tempo.

Como foi o processo de seleção das faixas?
A gente ouviu mais de duzentas músicas para chegar nas 21. Foram anos sem lançar, mas trabalhando intensamente. Escrevi músicas em diferentes fases: tem uma, “No Problem”, que compus há nove anos, quando fui traída, e outras sobre o meu noivo e o amor que vivo hoje. Também adoro pegar histórias emprestadas. Se alguém me conta uma fofoca boa, vira música. (risos)

A ideia de lançar os clipes como uma série foi sua?
Nasceu de uma conversa com o Afo Verde, presidente da Sony. Ele disse que todo domingo esperava um episódio novo de “White Lotus” e sugeriu: “E se o público esperasse o próximo capítulo da sua história, com uma música diferente por semana?”. Achei genial. Os vídeos se conectam aos poucos, e o público vai entendendo as camadas da minha personalidade e da narrativa.

Gravar em inglês e espanhol faz parte de um plano de carreira internacional?
Desde o começo, nunca acreditei nessa ideia de “carreira internacional”. Acho que existe uma só carreira, e as escolhas que a gente faz dentro dela. Minha primeira música, “Too Bad”, já era em inglês e entrou em “O Sétimo Guardião”. Eu sempre escrevi nesses três idiomas, então agora estou apenas mostrando tudo o que sempre esteve guardado. Quero que as pessoas conheçam quem eu sou de verdade, sem precisar escolher um idioma para me definir.

Você chama o projeto de “manifesto pessoal”. O que ele revela sobre você?
Muita fofoca boa! (risos) Cada música é uma história. Tem faixa sobre traição, sobre não querer crescer, sobre amor e sobre não querer sair do país. São capítulos da minha vida, e de outras pessoas também. Cada idioma traz uma personalidade diferente, e isso me libertou como compositora. Eu só canto porque escrevo. Se não escrevesse, acho que nem cantaria.

Trabalhar com seu irmão Dany influenciou o resultado final?
Totalmente. Ele me acompanha desde o início, é meu parceiro de estúdio e de vida. A gente tem uma conexão muito especial e liberdade para se desafiar criativamente. Ele é o advogado do diabo nas composições, sempre questiona tudo. E tem um ouvido incrível. Foi ele quem me apresentou o Bad Bunny há sete anos, quando ninguém falava dele. Nosso trabalho juntos é um segredo de família que não tem preço.

Giulia Be – Foto: Jonathan Wolpert

Por que começar a jornada com “Fool For Love”?
Queria abrir com energia, com uma faixa dançante e pop, que causasse impacto. Esse projeto é como uma cebola, você vai descascando e descobrindo novas camadas. No começo, entrego força e poder; depois, vulnerabilidade. Acho bonito mostrar que meu poder também vem das minhas fraquezas.

Se pudesse resumir o projeto em uma frase?
É difícil. “Ser ou não ser. Eis a questão.” Ou, melhor, To be or not to be… Giulia Be? Cada música traz essa pergunta, e, ao mesmo tempo, a resposta.

Você sente que é um amadurecimento artístico?
Com certeza. Nos outros projetos, a banana ainda estava verde. Agora está madura, e pronta para ser consumida pelo público. (risos)

Tags: afo verdeálbumdany marinhoentrevistaespanholgiulia beinglêslenny salinasmúsicanovidadeolivia mucidaportuguês
Anuncie no CHNews Anuncie no CHNews Anuncie no CHNews
Post Anterior

Acervo do Teatro Oficina ganha casa e plataforma digital em São Paulo

Próximo Post

Cia. Paulista apresenta balé neoclássico sobre corpo, emoção e equilíbrio

Posts Relacionados

Brasiliense Toys Daniel apresenta “O Cerrado é Logo Ali” em SP

Brasiliense Toys Daniel apresenta “O Cerrado é Logo Ali” em SP

por Redação CHNews
18/05/2026

A partir de 23 de maio, a Galeria Alma da Rua apresenta a exposição “O Cerrado é Logo Ali”, do...

Zipper apresenta novas individuais de Romy Pocztaruk e Laura Villarosa

Zipper apresenta novas individuais de Romy Pocztaruk e Laura Villarosa

por Ligia Kas
18/05/2026

A Zipper Galeria apresenta, até 13 de junho, duas exposições individuais que investigam a matéria como linguagem e deslocam técnicas...

Próximo Post
Cia. Paulista apresenta balé neoclássico sobre corpo, emoção e equilíbrio

Cia. Paulista apresenta balé neoclássico sobre corpo, emoção e equilíbrio

Horóscopo 2026: carreira e finanças de cada signo Horóscopo 2026: carreira e finanças de cada signo Horóscopo 2026: carreira e finanças de cada signo

Sobre

O CHNews é um site de notícias de negócios da moda, beleza e muito mais.

Categorias

  • Beleza
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia

Links Úteis

  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso
  • Contato

© 2025 CHNews - Portal de Notícias

Nenhum Resultado
Ver Todos Os Resultados
  • Cultura
  • Lifestyle
  • Moda
  • Beleza
  • Sustentabilidade
  • Tecnologia
  • Sobre
    • Quem Somos
    • Anuncie
    • Política de Privacidade
    • Termos de Uso
    • Contato
Esse website utiliza cookies. Ao continuar a usar este site, você concorda com o uso de cookies. Visite nossa Política de Privacidade.