
A holding Capri reduziu seu foco na marca Michael Kors após uma tentativa frustrada de fusão com a rival e controladora da Coach, Tapestry, no ano passado. Em abril, a empresa vendeu sua marca Versace, de baixo desempenho, para a italiana Prada, em um acordo de US$ 1,38 bilhão.
“Estamos confiantes em nossa capacidade de aumentar a receita da Michael Kors para US$ 4 bilhões e da Jimmy Choo para US$ 800 milhões ao longo do tempo, restaurando a margem operacional para a faixa de dois dígitos”, disse o CEO da Capri, John Idol.
A empresa agora espera uma receita anual total na faixa de US$ 3,3 bilhões a US$ 3,4 bilhões, considerando a Versace como parte das operações descontinuadas.
A previsão exclui mudanças nas condições macroeconômicas globais, tarifas, inflação mais alta ou enfraquecimento da confiança do consumidor, disse a Capri.
A empresa registrou uma queda de 15,4% na receita, para US$ 1,04 bilhão no trimestre encerrado em 29 de março, em comparação com a estimativa média dos analistas de um declínio de 19,3%, para US$ 986,57 milhões, de acordo com dados compilados pela LSEG.



