
Escolhidos entre 20 semi-finalistas, os nove finalistas do Prêmio LVMH de 2026 já estão decididos. Depois de uma exibição às margens do rio Sena em março deste ano, os designers se preparam para apresentarem seus trabalhos no dia 4 de setembro na Fundação Louis Vuitton. O vencedor do Prêmio LVMH, o principal do concurso, receberá 400 mil euros e um ano de mentoria dentro da LVMH.
Também serão distribuídos outros dois títulos: o Prêmio Karl Lagerfeld e o Prêmio Savoir-Faire. Ambos também conferem aos seus ganhadores um ano de mentoria e 200 mil euros. Conheça aqui os finalistas::
Colleen Allen

Com produção baseada em Nova York, as peças de Colleen Allen buscam transmitir intimidade e conexão emocional. Fortemente inspiradas na Era Vitoriana, as criações da marca transportam silhuetas históricas para o presente, mas livres de restrições aos movimentos.
De Pino

Criada pelo Francês Gabriel Figueiredo em 2020, a De Pino combina elegância, experimentação e diversão. Usando volumes ousados e silhuetas marcantes, ela se aproxima do surrealismo e brinca, até mesmo, com a ironia.
Institution

Galib Gassanoff desenvolveu o projeto Institution em 2024 para expressar seu estilo e suas culturas. Georgiano de descendência azerbaijã, o designer escolheu o nome para ampliar o sentido da palavra “instituição”, criando uma plataforma para reflexão cultural combinada com colaboração comunitária e exploração artística.
Julie Kegels

A belga Julie Kegels lançou a marca que leva seu nome com a ideia de que mulheres assumem múltiplas identidades, muitas em apenas um dia, e suas peças dão espaço para essas identidades se desenvolverem. Por isso, seu trabalho é fundamentado no conceito de multiplicidade, apoiado no espaço doméstico e suas memórias pessoais.
LII

A primeira coleção da LII foi apresentada em 2024, logo após seu criador Zane Li concluir seus estudos no Fashion Institute of Technology. Transitando entre os universos da alta-costura e da moda esportiva, ele se aproveita de texturas e cores diferentes para criar a identidade visual da sua marca.
Petra Fagerström

Nascida na Suécia, Petra Fagerström criou sua marca com o orgulho de trabalhar com a mulher contemporânea em mente. E para isso, o mundo digital não poderia ficar de fora. A designer incorpora o digital às suas criações ao explorar hábitos virtuais daqueles que usam suas peças.
Ponte

Dividida entre Paris e Londres a, Ponte, de Harry Pontefract, também se divide entre moda e arte. Fundamentadas em memórias pessoais e coletivas, suas criações variam do ready-to-wear a peças únicas que podem ser colecionadas.
Thevxlley

Do espanhol Daniel Del Valle, a Thevxlley combina escultura, performance e moda para discutir a relação do humano com a natureza. Uma parte importante do seu trabalho é a incorporação de técnicas tradicionais com influências do mundo urbano contemporâneo.
Yoshita 1967

Anil Padia criou Yoshita 1967 sob os contornos das suas heranças culturais indianas e quenianas. Suas criações são trazidas à vida sem pressa por comunidades de mulheres artesãs, onde a economia circular é essencial.



