
Como já é uma tradição, o sempre aguardado desfile do estilista Marc Jacobs dá o start na temporada de eventos que giram em torno da semana de moda de Nova York, mesmo não fazendo o designer parte do calendário oficial.
Em meio à turbulência sociopolítica que assola o mundo, a moda parece estar reencontrando a celebração do vestuário cotidiano – as pequenas alegrias, talvez.
Jacobs não é estranho a criar os vestidos mais extravagantes, mas com a coleção verão 2026, um lado do estilista que não era visto há tempos veio à tona. Agora que ele está firmemente integrado ao grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, pelo menos por enquanto, após o fracasso das negociações para vender a marca ao Authentic Brands Group, ele provou que realmente ainda consegue fazer tudo o que quiser.
Em seu release divulgado à imprensa, Jacobs cita referências que vão desde a alta-costura de Yves Saint Laurent em 1965 até sua notória coleção grunge para o verão 1993 da Perry Ellis e o trabalho de Helmut Lang nos anos 90, passando por suas próprias coleções para Marc Jacobs e Marc by Marc Jacobs, que abrangem os anos 90 até os dias atuais.
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