
A Natura lidera, pelo 12º ano consecutivo, o Ranking Merco de Responsabilidade ESG no Brasil. Além da liderança geral, a companhia ocupa a primeira colocação nas três dimensões avaliadas: Meio Ambiente, Social e Governança.
O levantamento, que utiliza metodologia internacional, reúne percepções de executivos de grandes empresas e de públicos especializados, como analistas financeiros, ONGs, jornalistas, representantes do governo e associações de consumidores, além de indicadores próprios da Merco e dados fornecidos pelas companhias.
Segundo Ana Costa, vice-presidente de sustentabilidade, jurídico e reputação corporativa da Natura, o resultado reflete a integração do ESG ao modelo de negócios da empresa. A companhia afirma adotar práticas que vão do desenvolvimento de bioativos amazônicos ao fortalecimento de sua rede de consultoras, com foco em governança, ética e transparência.
A trajetória da Natura inclui iniciativas ligadas à sociobiodiversidade na Amazônia, iniciadas há mais de 25 anos. Atualmente, a empresa mantém parcerias com mais de 10,5 mil famílias agroextrativistas e contribui para a conservação de cerca de 2,2 milhões de hectares de floresta. Em sua estratégia de longo prazo, a empresa estabeleceu metas como zerar as emissões líquidas dos escopos 1 e 2 até 2030 e do escopo 3 até 2050, além de ampliar a sociobioeconomia e fortalecer compromissos sociais, como geração de renda e diversidade em cargos de liderança.
A Natura também foi reconhecida pela Kantar (empresa líder mundial em dados, insights e consultoria) como a marca mais sustentável do mundo e obteve nota máxima em clima na avaliação do CDP, que analisa transparência e ações corporativas frente às mudanças climáticas.
Para medir impactos, a companhia utiliza a metodologia Integrated Profit and Loss (IP&L), que atribui valor financeiro aos efeitos sociais, humanos e ambientais de suas operações. Segundo a empresa, para cada R$ 1 de receita, são gerados R$ 2,50 em impacto socioambiental positivo na América Latina.



