
O São Paulo Fashion Week edição N60 chegou ao fim na última segunda-feira (20.10). O evento comemorou a efeméride de 30 anos de existência, de celebração e de encontro da moda brasileira. Ao longo do período, ele apresentou grandes nomes do fashion design, nos deu memórias icônicas e, claro, ajudou a moldar nossos guarda-roupas com trends inesquecíveis.
Nesta edição, inclusive, não foi diferente. Momentos do evento já nasceram históricos, como o desfile da Forca Studio no Parque de Material Aeronáutico de São Paulo (PAMA-SP), no Campo de Marte, no qual paraquedistas saltaram para dar start à passarela. Sua coleção “Helyx” foi demonstrada no corpo de um casting estrelado, que contou com nomes como Alinne Moraes e Vitória Strada.
Esta temporada super especial da maior semana de moda do Hemisfério Sul também foi marcada por idas e vindas. Houve a estreia de Davi Ramos criando prêt-à-porter, ultrapassando seu savoir-faire nos chapéus, mas mantendo-os como protagonistas. Bem como o criativo Marcelo Sommer, que apresentou sua nova label, a UÓ, focada no upcycling, trazendo disruptividade ao montar passarela em uma academia de ginástica, na rua Oscar Freire.
Houve também retornos. Amir Slama voltou ao evento para celebrar seus 35 anos de mercado com a coleção “Fashion for Forests”, que põe luz sobre comunidades indígenas e o reflorestamento da Floresta Amazônica. Slama aproveitou a oportunidade para reeditar obras antigas de sua marca própria e também da Rosa Chá.
Flávia Aranha também esteve de volta, sendo o ponto de sustentabilidade que marcou o SPFW N60. Sua coleção foi feita de biomateriais, como algas, cogumelos e látex, tingidos de forma natural por ervas, flores e frutas.
Quem também voltou foi o criativo Ronaldo Fraga, com “desfile-procissão” no Museu da Língua Portuguesa. Sua coleção foi ode a Milton Nascimento, em peças de trabalho manual feitas em crochetaria, rendas e bordados.
Outro destaque foi o desfile de Gloria Coelho, que apresentou suas criações de inverno 2026 em pleno trem em movimento, que partiu da Estação Júlio Prestes. A coleção abordou romantismo, revolução tecnológica, indústria, passado, presente e futuro. O casting foi especialíssimo, contando com a artista multifacetada Anttónia Morais e a top, consultora de moda e apresentadora Isabella Fiorentino.
Vamos, enfim, às trends? Confira abaixo:
Texturas

Trabalho artesanal

Cores vivas

Volume

Laços




