
Chega ao fim a semana de moda parisiense de verão 2026. Com ela, finda também o mês mais importante da moda, período entre setembro e outubro, em que as maiores grifes internacionais desfilam nas passarelas das “Big 4”, as quatro principais capitais fashion do globo.
Na capital francesa, seguindo o rito da temporada, foram vistos muitos traços comuns à estação de calor. Tivemos muita pele à mostra, diferentes abordagens de tops marcantes, além de chinelos e rasteirinhas – que, é claro, competiram com a sofisticação dos saltos.
Também chamada de “primavera 2026”, esta porção foi marcada por muitas cores vibrantes, inclusive em styling que utilizou color-blocking, além de diferenciadas abordagens dos típicos florais.
Nomeada a temporada das estreias, não houve garotas desta vez para chamar de debutantes. Ao invés, tivemos o tão esperado start de Matthieu Blazy na Chanel; Jonathan Anderson criando e recriando para a linha feminina da Dior; o português Miguel Castro Freitas emprestando sua visão à Mugler; Mark Thomas assumindo posto na Carven; o duo Jack McCollough & Lazaro Hernandez mudando de continente e ficando à frente da Loewe; Pierpaolo Piccioli trazendo novos ares à grife do grupo Kering, Balenciaga; e o holandês Duran Lantink, agora fixo na Jean Paul Gaultier, revolucionando a forma como a grife foi construída.
Entre uma “Neo-Gaultier”, ou uma Dior ou Hermès bastante fiéis às tradições de seus fundadores, a temporada passou longe de nos decepcionar. Trends irresistíveis surgiram para encher os nossos olhos. Vamos a elas então? Confira abaixo:
Babados

Sim, ela voltou: calça skinny!

Não esquece a capa!

Balonê

Elas não vão a lugar algum: franjinhas

Bônus fashion:
Duas tendências mais, que, mesmo não tão frequentes entre as grifes, marcam uma interessante abordagem para ficar de olho!
Toalhas como look total

Abertura arredondada frontal




